1º “Auto da Barca do Inferno”
Autor: Gil Vicente
2º “Os Lusíadas”
Autor: Luís de Camões
3º “Sara e Bernardo”
Autor: Maria da Conceição Ferreira
4º “ João e o Enigma da Pedra de Ouro”
Autor: Maria da Conceição Ferreira
5º “A Menina do Mar”
Autor: Sophia de Mello Breyner
6º “O Cavaleiro da Dinamarca”
Autor: Sophia de Mello Breyner
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Estrutura Interna do Auto da Barca do Inferno
O Auto da Barca do Inferno é composto por um conjunto de mini-acções à volta de uma ou mais personagens;
Oito dessas mini-acções têm a estrutura clássica:
- Exposição (breve apresentação das personagens);
- Conflito (interrogatório feito pelo Diabo e pelo Anjo);
- Desenlace (sentença dada pelo Anjo ou pelo Diabo).
Nessas mini-acções temos uma espécie de tribunal:
- Advogados de acusação à Diabo, Anjo e Parvo.
- Advogado de defesa à O próprio Réu.
Oito dessas mini-acções têm a estrutura clássica:
- Exposição (breve apresentação das personagens);
- Conflito (interrogatório feito pelo Diabo e pelo Anjo);
- Desenlace (sentença dada pelo Anjo ou pelo Diabo).
Nessas mini-acções temos uma espécie de tribunal:
- Advogados de acusação à Diabo, Anjo e Parvo.
- Advogado de defesa à O próprio Réu.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Personagem - tipo/ Figura - tipo

É uma personagem que representa as qualidades/ defeitos de uma classe social/ profissão.
Quase sempre, entra em palco acompanhada de elementos cénicos (objectos, pessoas, animais…) que ajudam a caracterizá-la, conseguindo perceber melhor os defeitos que são criticados.
Ex.: Fidalgo “D. Anrique” (personagem – tipo que representa a Nobreza) vem acompanhado de um pajem (criado) de um manto e de uma cadeira, que representam respectivamente a tirania, a vaidade e a altivez.
Por vezes, a linguagem também ajuda a identificar a personagem e a sua classe/profissão.
Ex.: O corregedor utiliza o latim para mostrar superioridade.
O sapateiro utiliza um pouco de calão.
Quase sempre, entra em palco acompanhada de elementos cénicos (objectos, pessoas, animais…) que ajudam a caracterizá-la, conseguindo perceber melhor os defeitos que são criticados.
Ex.: Fidalgo “D. Anrique” (personagem – tipo que representa a Nobreza) vem acompanhado de um pajem (criado) de um manto e de uma cadeira, que representam respectivamente a tirania, a vaidade e a altivez.
Por vezes, a linguagem também ajuda a identificar a personagem e a sua classe/profissão.
Ex.: O corregedor utiliza o latim para mostrar superioridade.
O sapateiro utiliza um pouco de calão.
Auto da Barca do Inferno - Estrutura Externa

Auto da Barca do Inferno
Estrutura Externa
* Gil Vicente não dividiu a peça em cenas (características da Idade Média). Mas nós podemos fazê-lo à maneira clássica, correspondendo cada “cena” à entrada e/ou saída de uma personagem.
* Não há uma acção encadeada, mas sim um desfile de personagem-tipo que chegam a um cais onde são julgadas por um Diabo e por um Anjo.
Estrutura Externa
* Gil Vicente não dividiu a peça em cenas (características da Idade Média). Mas nós podemos fazê-lo à maneira clássica, correspondendo cada “cena” à entrada e/ou saída de uma personagem.
* Não há uma acção encadeada, mas sim um desfile de personagem-tipo que chegam a um cais onde são julgadas por um Diabo e por um Anjo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Auto da Barca do Inferno

Escrito por Gil Vicente têm as seguintes características:
- é uma moralidade ( pretende ensinar a distinguir o bem do mal).
- têm um conjunto de cenas sucessivas, onde desfilam várias personagens:
. Anjo/ Diabo/ Companheiro do Diabo .
. Fidalgo/ Onzeneiro/ Parvo/ Sapateiro/ frade e moça florença/ Brísida/ Crregaodr e Procurador/ Enforcado/ Judeu/4 Cavaleiros de Cristo.
- é uma sátira ( crítica + cómico) à sociedade da época.
- é uma reflexão sobre a vida depois da morte.
Gil Vicente

Gil Vicente (1465 — 1536) é geralmente considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Enquanto homem de teatro, parece ter também desempenhado as tarefas de músico, actor e encenador. É frequentemente considerado, de uma forma geral, o pai do teatro português.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento, fazendo-se o balanço de uma época onde as hierarquias e a ordem social eram regidas por regras inflexíveis, para uma nova sociedade onde se começa a subverter a ordem instituída, ao questioná-la. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento, fazendo-se o balanço de uma época onde as hierarquias e a ordem social eram regidas por regras inflexíveis, para uma nova sociedade onde se começa a subverter a ordem instituída, ao questioná-la. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
História da Língua Portuguesa

A língua portuguesa, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial de Portugal e do Brasil, e idioma oficial, em conjunto com outros idiomas, de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Europeia.
Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa espalhou-se pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros.
Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa espalhou-se pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros.
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